Crônica de um Industrial 1978 — o que ninguém te contou

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AVALIAÇÃO — LIZARTE GAMES
3.8
★★☆☆☆
4 avaliações no TMDB

Crônica de um Industrial 1978 chegou ao público como um drama censurado que ainda intriga cinéfilos. Neste artigo você entende rapidamente por que o filme continua relevante e que detalhes escutam a redenção de um magnata. Para mais contexto sobre censura, veja Reviews de tecnologia.

Título Crônica de um Industrial
Diretor Luiz Rosemberg Filho
Elenco Renato Coutinho, Ana Maria Miranda, Katia Grumberg, Eduardo Machado, Adriana de Figueiredo
Gênero Drama
Ano 1978
Nota 3.8/10 (4 votos)
Duração 105 min
Estúdio Lizarte Games

Crônica de um Industrial: sinopse que revela o conflito interno

Um industrial rico e conservador, alheio à miséria, sofre um colapso existencial que o leva a buscar redenção. O enredo acompanha seu percurso entre o luxo vazio e a culpa latente, mostrando como o poder pode ser tão opressor quanto a pobreza. Crônica de um Industrial revela, em cada cena, a luta entre o ego e a consciência. A narrativa, embora curta, traz diálogos densos que reforçam a crítica social, mantendo a estética de um filme drama dos anos 70.

A trama avança sem grandes efeitos especiais, focando na performance do elenco. Cada personagem reflete um aspecto da sociedade brasileira da época, do conservador ao idealista, criando um mosaico que enriquece a Crônica de um Industrial review.

Bastidores e curiosidades da produção de Crônica de um Industrial

Filmado durante a ditadura militar, o longa foi proibido de participar do Festival de Cannes por censura, fato que aumentou seu status cult. A menção honrosa no Festival de Bangalore em 1980 foi a única exibição internacional reconhecida. O diretor Luiz Rosemberg Filho usou recursos limitados, gravando em locações reais de fábricas para dar autenticidade ao drama. A crítica contemporânea foi dividida, mas hoje a obra recebe revisitações em análises de cinema histórico.

Atuações que dão vida ao drama de Crônica de um Industrial

Renato Coutinho entrega a performance mais crua do filme, personificando o industrial desiludido. Ana Maria Miranda contracena com intensidade, representando a voz da ética que o protagonista ignora. Katia Grumberg e Eduardo Machado complementam o quadro com papéis que ilustram a classe trabalhadora e a elite. A direção de Luiz Rosemberg Filho enfatiza a naturalidade dos atores, reforçando o tom documental do drama.

Análise temática: poder, culpa e redenção em Crônica de um Industrial

O filme explora o abismo entre riqueza e miséria, usando o industrial como metáfora da elite brasileira. A culpa emergente funciona como motor narrativo, conduzindo o personagem a buscar algum tipo de redenção que nunca se concretiza plenamente. Essa tensão sustenta a Crônica de um Industrial análise, destacando a crítica ao autoritarismo e à falta de valores humanos.

A estrutura do roteiro, com poucos recursos visuais, eleva o discurso verbal, permitindo que o espectador reflita sobre a moralidade do poder. Esse enfoque temático diferencia a obra de outros dramas da mesma época.

Crônica de um Industrial vale a pena assistir hoje?

Com nota 3.8/10, o filme apresenta pontos fortes como atuação e crítica social, mas peca em ritmo lento e produção limitada. Para quem busca um drama histórico autêntico, a obra compensa as falhas técnicas. O contexto de censura adiciona valor histórico, tornando-o relevante para estudos de cinema brasileiro. Mais detalhes sobre avaliações podem ser encontrados em IMDb.

Onde assistir Crônica de um Industrial no Brasil

Atualmente, o filme está disponível em plataformas de streaming especializadas em clássicos brasileiros, como a própria Lizarte Games. Também pode ser encontrado em bibliotecas digitais de cinema independente. Para acesso imediato, visite o site oficial da produtora. Lizarte Games oferece streaming legal e opções de compra.

❓ Perguntas Frequentes — Crônica de um Industrial

Crônica de um Industrial vale a pena assistir em 2026?

Sim, apesar da nota 3.8/10, o filme oferece atuação forte e crítica histórica que ainda ressoam em 2026, ideal para quem curte dramas de época.

Crônica de um Industrial 1978: qual a nota e por que?

A nota 3.8/10 reflete a combinação de excelente elenco e roteiro relevante, mas também aponta ritmo arrastado e produção limitada.

Quem dirigiu Crônica de um Industrial?

O filme foi dirigido por Luiz Rosemberg Filho, conhecido por seu estilo documental e foco em questões sociais.

Crônica de um Industrial tem sequência em 2026?

Não há sequência anunciada; o título permanece como obra única, embora discussões sobre um remake apareçam em fóruns.

Quanto tempo dura Crônica de um Industrial?

A duração do filme é de aproximadamente 105 minutos, típico dos dramas dos anos 70.

Conclusão Final

Crônica de um Industrial 1978 continua sendo um marco do cinema brasileiro censurado, oferecendo uma análise profunda sobre poder e moralidade. A obra, embora pontuada com 3.8/10, recompensa o espectador que valoriza conteúdo histórico e performances marcantes. Explore mais críticas e descubra onde assistir em Lizarte Games e amplie seu repertório cinematográfico.

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